Crônica: Dezenove livros
Dezenove livros. Simplesmente, minha irmã leu dezenove livros durante todo o ano de 2025. Ivna se tornou uma leitora voraz, que devora páginas e páginas, além de ter que se controlar para não comprar mais unidades literárias pela internet. Pode-se dizer que a Pequenazinha puxou para a mãe e para o irmão e, mais que o sangue, ter crescido vendo os dois sempre com um livro nas mãos ajudou bastante, mas isso vem dela também. Acredito que se tornou ainda mais leitora desde que se começou a estudar psicologia; Ivna se divide entre os livros de sua formação acadêmica e as obras de suspense. Isso mostra que a convivência e a genética realmente contribuem para o hábito da leitura. Max teve todo o meu incentivo com gibis, mangás, livros; ele de fato gostava, quando criança - lia comigo, pedia para eu comprar. Porém, a partir dos 10 anos, tal hábito foi se perdendo e o gosto por jogos e tecnologia foi aumentando. Meu sobrinho não sai do celular, hoje em dia, e é maior luta para fazê-lo voltar ...




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